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Gerador de schema Article: monte o JSON-LD do BlogPosting

Preencha os campos do post do jeito que você já tem no CMS: a ferramenta monta o JSON-LD de Article, BlogPosting ou NewsArticle na ordem canônica, audita o bloco em 10 itens que somam 100 pontos e mostra a fila do que falta antes de colar na página. Grátis, sem cadastro, e nada sai do seu navegador.

Gerador de schema Article / BlogPosting
Nota do bloco-

  • - título
  • - descrição
  • - palavras-chave
  • - tamanho

Seu JSON-LD

O que o bloco cumpre (e o que falta)

  • Título presente e no tamanho-
  • Autor identificável (nome e URL)-
  • Data de publicação válida-
  • Imagem de capa em URL completa-
  • Data de atualização coerente-
  • Descrição no tamanho certo-
  • Publicador com logo-
  • URL do artigo declarada-
  • Idioma declarado-
  • Tema declarado (seção ou keywords)-

Tudo roda no seu navegador: nenhum campo sai daqui e nenhuma URL é visitada, nem a da capa. A nota mede a marcação, que é o que está sob o seu controle. Ela não promete rich result, posição nem citação por IA: quem decide isso é o buscador, e o critério não é público.

Esta página monta o bloco que descreve o artigo inteiro: quem escreveu, quando, sob qual marca. Se o que você quer marcar são as perguntas e respostas dentro do post, a página certa é o gerador de schema FAQ, e os dois blocos convivem na mesma página sem conflito. Se a dúvida é anterior, se o seu site está acessível e citável por IA, o checklist de prontidão GEO mede a camada de acesso, e o gerador de llms.txt resolve o arquivo da raiz do domínio. Ordem prática: acesso primeiro, marcação do artigo depois, marcação do FAQ por último.

Antes de tudo: Article não é alavanca de posição

Vale começar pela parte que a maioria das ferramentas omite. Marcar o post com Article não faz ele subir no Google. Dados estruturados servem para a máquina entender a página, e entender não é o mesmo que promover: o próprio Google descreve a marcação como ajuda de compreensão, não como fator de ranqueamento. Fora do carrossel de notícias, o site comum marca o artigo e não vê nada mudar na aparência do resultado.

Isso não zera o valor do tipo, muda a razão de usá-lo. O que o bloco faz é entregar, de graça e sem ambiguidade, os cinco dados que qualquer um precisa para exibir o seu artigo: título, autor, data, marca e imagem. Quem consome isso hoje não é só o buscador. São os sistemas de IA que precisam atribuir a fonte antes de citar, os agregadores, os leitores de feed e as prévias de link em rede social e mensageiro. Sem o bloco, cada um desses adivinha por conta própria, e adivinhação erra justamente no campo que mais interessa, que é a autoria.

Como usar

  1. Escolha o tipo. BlogPosting para post de blog, Article para conteúdo editorial que não é post, NewsArticle só se você publica notícia de verdade. Na dúvida, BlogPosting.
  2. Cole a URL do artigo completa, começando em https. Ela vira o url, o @id com âncora e o mainEntityOfPage, que é o que amarra o bloco a uma página específica quando ele é lido fora de contexto.
  3. Preencha título, descrição e capa com o que está publicado, não com uma versão melhorada. O bloco tem que descrever a página que existe.
  4. Assine com nome e URL do autor. O nome sozinho vale menos da metade do item: é a URL que liga o texto a alguém verificável.
  5. Escreva as datas em ISO-8601 com fuso, olhe a lista de conferência e resolva o que está em vermelho, de cima para baixo. Depois copie com a tag script e cole no HTML, dentro do head ou no fim do body.

Como funciona: os campos e os 10 pesos

O Article é um tipo raso com muitos campos opcionais, e é exatamente aí que ele engana: quase tudo é opcional, então quase todo bloco por aí é válido e vazio. A estrutura que a ferramenta monta é esta:

BlogPosting
├ @id: url + #article · mainEntityOfPage · url
├ headline · description · image
├ inLanguage · datePublished · dateModified
├ author: Person ou Organization
│   └ name · url
├ publisher: Organization
│   └ name · logo: ImageObject
└ articleSection · keywords

Como validade é fácil, a auditoria não mede sintaxe, que qualquer gerador acerta. Ela mede identidade (dá para saber de que página estamos falando?), conteúdo (dá para exibir este artigo sem abrir?) e procedência (dá para saber quem assina e quando?). Os 10 itens fecham exatamente 100 pontos.

nota = conteúdo (36) + procedência (44) + identidade (20)
conteúdo = título 14 + imagem 12 + descrição 10
procedência = autor 14 + publicação 12 + atualização 10 + publicador 8
identidade = URL 8 + idioma 6 + tema 6
autor: 8 pelo nome + 6 pela URL do autor
publicação: 8 pela data válida + 4 por hora com fuso
publicador: 4 pelo nome + 4 pelo logo em URL completa
título: 14 até 110 caracteres, 7 acima disso
descrição: 10 entre 50 e 160 caracteres, 5 fora da faixa

Título e autor lideram com 14 porque são os dois campos que decidem se o bloco serve para alguma coisa: sem título não há o que citar, e sem autor identificável o Article vira uma coisa qualquer com data. Data de publicação vale 12 pela mesma razão que a imagem vale 12: são os dois campos que montam o cartão em qualquer superfície que exiba o seu artigo, e são também os dois que mais chegam quebrados do CMS, um sem fuso e o outro em caminho relativo. Os itens compostos dão nota parcial de propósito, porque autor com nome e sem URL tem metade do sinal, e tratar isso como zero esconderia o que falta.

Exemplo trabalhado (reproduz o resultado padrão)

Os valores que já vêm preenchidos descrevem um post de blog de SaaS, com duas falhas plantadas de propósito para a fila de correção não nascer vazia: o autor tem nome e não tem URL, e a descrição passou do limite de 160 caracteres.

Cole a página de autor no campo vazio e a nota sobe 6 pontos de uma vez, que é o maior retorno por tecla desta ferramenta. Corte a descrição para caber em 160 caracteres, tirando a lista do fim, e sobem os outros 5, fechando em 100. Os dois consertos custam um minuto e são exatamente os dois que a fila de correção coloca no topo, na ordem do que mais dói.

Como interpretar e onde a nota engana

A nota mede o bloco, não o artigo. Um BlogPosting nota 100 num texto que ninguém quer ler continua sem render nada, porque marcação descreve conteúdo e não substitui conteúdo. Marcar bem um artigo raso só acelera a distribuição de um artigo raso.

A segunda armadilha é a incoerência entre bloco e página. A diretriz é explícita: o que a marcação afirma precisa estar na página. O erro comum não é má fé, é desatenção, e ele tem sempre a mesma cara: alguém reescreve o título do post e esquece o headline do JSON-LD, ou troca a capa e deixa a imagem antiga marcada. Quando o bloco e a página divergem, a marcação passa a atrapalhar.

A terceira é o frescor, e aqui a ferramenta faz uma escolha deliberada: nenhuma checagem compara data com hoje. Uma nota que muda sozinha com o calendário não é auditável, e o mesmo bloco passaria a valer menos sem ninguém ter mexido nele. Isso não quer dizer que frescor não importe: importa, e a decisão certa é rever o texto e então atualizar dateModified. O que não funciona é o contrário, mexer a data e não mexer o texto.

A quarta é inflar o tipo. Existe uma tentação óbvia de declarar NewsArticle achando que aquilo abre o carrossel de notícias, e o efeito prático é só uma afirmação falsa sobre o que a página é. O mesmo vale para keywords: dez termos que a página cobre declaram um tema, trinta termos declaram que você não sabe qual é.

Do bloco à evidência

Marcar é uma aposta sobre como terceiros tratam o seu conteúdo, e aposta sem medição vira folclore de equipe. O caminho honesto é curto:

Para transformar o primeiro item da fila em hipótese testável, use o gerador de hipótese. Para dimensionar o experimento antes de ligar qualquer coisa, a calculadora de tamanho de amostra resolve em um minuto.

Perguntas frequentes

O que é o schema Article?
É o tipo de dados estruturados do schema.org que descreve uma página de conteúdo editorial: qual é o título, quem escreveu, quando foi publicado, sob qual marca e qual imagem representa o texto. Ele não muda nada do que o visitante vê, porque vive dentro de uma tag script em JSON-LD. A diferença para outros tipos é o que ele carrega: enquanto o FAQPage descreve texto, o Article descreve procedência, e é por isso que os campos de autor e de data pesam mais do que qualquer outro aqui.
Qual a diferença entre Article, BlogPosting e NewsArticle?
BlogPosting e NewsArticle são subtipos de Article, então tudo que vale para o pai vale para os dois filhos. Use BlogPosting para post de blog, que é o caso da maioria esmagadora dos sites. Use Article quando o conteúdo é editorial mas não é post de blog, como uma página de guia ou um verbete. E use NewsArticle só se você publica notícia de verdade, com apuração e data de acontecimento: declarar NewsArticle num post de marketing não abre porta nenhuma e cria uma incoerência entre o que a marcação afirma e o que a página é.
Marcar com Article melhora meu ranqueamento?
Não diretamente, e quem promete isso está vendendo. Dados estruturados ajudam a entender a página, não a promovê-la, e o próprio Google descreve a marcação como sinal de compreensão e não como fator de posição. O ganho real é outro: o bloco entrega título, autor, data e imagem em formato de máquina para quem for exibir o seu artigo, e hoje essa lista inclui sistemas de IA, agregadores e buscadores menores. Marcação correta é condição de entrada em várias superfícies, não alavanca de posição em uma.
Por que o campo author pesa tanto nesta nota?
Porque é o campo que o tipo Article existe para carregar e é o que quase todo mundo preenche pela metade. Um bloco com autor Admin cumpre a especificação e não identifica ninguém: para qualquer consumidor, aquele texto continua sendo anônimo. O que transforma um nome em sinal é a URL que prova que a pessoa existe fora daquele artigo, seja a página de autor do seu site, a bio ou um perfil público. Por isso o item vale 14 pontos divididos em dois: 8 pelo nome e 6 pela URL.
Preciso declarar dateModified?
Precisa, sempre que o texto mudou de verdade. É o campo que diz que aquele conteúdo continua sendo mantido, e a ausência dele deixa o artigo parecer congelado na data de publicação. O que não vale é o truque de mexer a data toda semana sem tocar no texto: além de não render nada, cria uma página que se declara nova e entrega o mesmo conteúdo velho. E a regra dura é uma só: dateModified nunca pode ser anterior a datePublished, o que aqui zera os 10 pontos do item.
A data precisa de fuso horário?
Não é obrigatória, mas vale 4 dos 12 pontos da publicação porque resolve uma ambiguidade real. Uma data escrita só como 2026-03-11 é válida em ISO-8601 e deixa cada consumidor decidir sozinho a que horas aquilo aconteceu, o que faz um artigo publicado no fim do dia aparecer com a data do dia seguinte em outro fuso. O formato completo, 2026-03-11T09:00:00-03:00, elimina o chute. O que a ferramenta rejeita inteiro é data fora do ISO-8601, incluindo o formato brasileiro com barras e dias que não existem, como 30 de fevereiro.
A marcação precisa bater com o que está visível na página?
Precisa, e isso não é detalhe de estilo: a diretriz de dados estruturados exige que o conteúdo marcado represente o que está na página, e marcação que descreve outra coisa é motivo de ação manual. Na prática o erro mais comum não é má fé, é desatenção: alguém reescreve o título do post e esquece o headline do bloco, ou troca a capa e deixa a imagem antiga no JSON-LD. Antes de publicar, confira que headline, imagem e datas são os mesmos que o visitante vê.
Posso ter Article e outro schema na mesma página?
Pode, e é o normal. Um post costuma carregar Article mais FAQPage, e às vezes mais BreadcrumbList. Você pode publicar blocos script separados ou juntar tudo num @graph. O que não vale é declarar dois Article para a mesma página, que é o que acontece quando o plugin do CMS já injeta um bloco e alguém cola outro na mão. Antes de colar, procure application/ld+json no código-fonte da página e veja o que já está lá.
Incorporar esta ferramenta no seu site

Cole este código onde quiser exibir o gerador. O link de crédito abaixo do quadro nos ajuda e é livre para manter.

Continue

Com o bloco publicado, o próximo passo é a camada que ele não resolve: acesso do crawler, texto recortável e sinal de autoria fora do seu domínio. Leia o método completo em GEO em 2026, veja o que muda no trabalho de conversão em CRO na era da IA e o efeito de resposta pronta na tela em otimização para busca zero-click.

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