Gerador de slug: transforme o título na URL amigável
Cole a lista inteira de títulos e leve a URL de cada um, já sem acento, sem palavra vazia e sem caractere que quebra em outro sistema. O quadro dá nota ao lote, aponta o que vai dar trabalho depois e exporta tudo em CSV. Grátis, sem cadastro, e nada sai do seu navegador.
- - Slugs
- - Média
- - Mais longo
- - Palavras removidas
URLs geradas
Slugs prontos
Um por linha, na ordem em que você digitou. O botão de baixar entrega título, slug e URL em CSV.
O que entrou na nota
- Nenhum slug repetido-
- Todos dentro de 75 caracteres-
- Separador é hífen-
- Nenhuma linha ficou sem slug-
- Média de até 6 palavras-
- Sem caractere que exige codificação-
- Sem data presa na URL-
Avisos
Tudo roda no seu navegador: os títulos não saem daqui, nenhuma URL é visitada e nada é salvo. A nota mede o que está sob o seu controle, que é a forma do slug. Ela não verifica se a URL já existe no seu site nem se o termo tem busca, porque as duas coisas exigiriam uma chamada de rede.
Para quem é esta página: quem precisa converter um título em endereço de página, seja um por vez, seja um calendário editorial inteiro antes de importar num CMS. A ferramenta cuida da parte da URL que fica depois da barra. Se a sua pergunta é sobre o texto que aparece no resultado da busca, o lugar é o gerador de meta tags, e para ver onde o Google corta esse texto existe o simulador de SERP. As três tratam de partes diferentes da mesma página e não competem entre si.
O slug é a única parte da URL que você escolhe
O domínio você comprou uma vez, a estrutura de pastas o seu CMS impôs, o protocolo é https e ponto. O que sobra para decidir é o pedaço final, e ele carrega mais peso do que o tamanho sugere. É o que a pessoa lê antes de clicar, é o que aparece no link colado numa conversa sem preview, é o que o buscador exibe acima do título no resultado e é o que outro site copia quando resolve linkar para você. Um endereço como /p/48219 não diz nada em nenhum desses lugares; /gerador-de-slug diz tudo.
Só que a decisão parece mais simples do que é. Um slug bem feito precisa passar por quatro filtros ao mesmo tempo: tirar o que não tem sinal de busca, preservar o que tem, caber num tamanho que não seja cortado e não colidir com nenhum endereço que já existe no site. Fazer isso na mão para um título é trivial e para quarenta é onde o erro nasce, porque a colisão só aparece quando duas páginas já estão publicadas e uma sobrescreveu a outra. Por isso esta ferramenta nasceu em lote: ela aceita a lista inteira, numera as colisões sozinha e dá uma nota ao conjunto, não a cada linha isolada.
Como usar
- Cole os títulos, um por linha. Pode ser um só, pode ser o calendário editorial do trimestre inteiro. Linha em branco é ignorada.
- Ajuste a base da URL para ver o endereço final como ele vai ficar. Ela não muda o slug, só monta o exemplo, e nada é visitado.
- Escolha o separador. O hífen é o certo para página web; o sublinhado está ali para quem precisa gerar identificador de sistema, e a nota reflete isso.
- Confira o idioma das palavras vazias. Ele vem no idioma da página, mas se você escreve em outro idioma, troque: uma lista errada deixa artigo passar e apaga palavra de conteúdo.
- Ajuste o limite de caracteres e leia a lista de URLs geradas. O corte respeita a fronteira de palavra, então confira se o termo principal sobreviveu, e se ele estava no fim do título, reescreva o título com ele na frente.
Como funciona: do título ao slug, passo a passo
A conversão é uma sequência fixa de operações, e a ordem importa: trocar duas etapas de lugar muda o resultado. É esta a ordem que a ferramenta aplica, e é ela que explica cada caractere que aparece na saída.
A etapa 2 antes da 4 é o que preserva o sentido: se a pontuação fosse descartada primeiro, "CRO & SEO" viraria "cro-seo" e a conjunção sumiria sem deixar rastro. A etapa 5 com a exceção da letra única é a decisão mais consequente do conjunto, porque a lista de palavras vazias do português contém "a", "o" e "e", que são justamente as letras que aparecem em "teste A/B", "plano B" e "e-commerce". Um gerador que aplica a lista sem essa exceção apaga o termo que a pessoa está tentando rankear, e faz isso em silêncio.
Exemplo trabalhado (reproduz a saída padrão)
A ferramenta abre com três títulos, base https://exemplo.com/blog/, hífen, remoção de palavras vazias ligada e limite de 60 caracteres. O painel de números diz 3 slugs, média de 26,3 caracteres, mais longo com 34 e 8 palavras removidas, com nota 100. Linha por linha:
- "Como Fazer um Teste A/B no Seu Site" vira fazer-teste-a-b-site. Saíram quatro palavras vazias, que são como, um, no e seu. O "a" ficou, porque tem uma letra só, e é por isso que o A/B sobreviveu inteiro.
- "Calculadora de Tamanho de Amostra Grátis" vira calculadora-tamanho-amostra-gratis, com 34 caracteres. Saíram os dois "de" e o acento do grátis virou a letra base.
- "Guia de CRO & SEO para E-commerce" vira guia-cro-e-seo-e-commerce. O e comercial virou a palavra "e" na etapa 2, e saíram o de e o para. Repare que o "e" do e-commerce também ficou, pela mesma regra da letra única.
Some 4 mais 2 mais 2 e você tem as 8 palavras removidas do painel; some 20 mais 34 mais 25 e divida por 3 e você tem os 26,3 caracteres de média. Todas as sete conferências estão verdes, então a nota é 100 e a faixa diz que o lote pode ser publicado.
Agora desligue remover palavras vazias, sem mexer em mais nada. Os slugs incham para como-fazer-um-teste-a-b-no-seu-site, calculadora-de-tamanho-de-amostra-gratis e guia-de-cro-e-seo-para-e-commerce: a média sobe para 36,0 caracteres, o mais longo vai a 40 e as palavras removidas zeram. A nota cai para 86 porque a conferência de média de palavras apagou: os slugs agora têm 7,7 palavras em média, acima do teto de 6.
Religue a remoção e troque o separador para sublinhado. Os slugs voltam ao tamanho original, mas escritos como fazer_teste_a_b_site, e a nota fica em 84, faixa B, com o aviso explicando que o sublinhado junta palavras em vez de separar. É a única conferência que você perde de propósito, e por isso ela vale pontos.
Por fim, volte para o hífen e acrescente uma quarta linha: Calculadora de Tamanho de Amostra (grátis). Ela produz exatamente o mesmo slug da segunda linha, então recebe o sufixo e vira calculadora-tamanho-amostra-gratis-2, marcada como repetida na lista. O painel vai para 4 slugs, média 28,8, mais longo 36 e 10 palavras removidas, com nota 82. Esse é o aviso que só aparece em lote, e é o motivo de a ferramenta trabalhar assim.
Como interpretar cada número
A nota é do lote inteiro, não de cada linha. Uma URL problemática no meio de trinta boas derruba a conferência correspondente por completo, e é assim de propósito: importar trinta e uma páginas com uma colisão no meio é o mesmo trabalho que importar uma colisão sozinha, porque o conserto vem depois de publicado.
Média e mais longo contam histórias diferentes. A média diz como estão os seus títulos em geral; o mais longo denuncia o caso extremo que você não viu ao rolar a lista. Quando os dois estão distantes, quase sempre existe um título isolado que virou frase e merece ser reescrito antes de virar URL.
Palavras removidas é a medida de quanto ruído havia nos títulos. Número muito baixo em uma lista grande costuma indicar idioma errado na lista de palavras vazias, e vale conferir esse campo antes de comemorar.
As conferências não são todas do mesmo peso, e nenhuma delas é opinião. Colidir, estourar 75 caracteres, ficar sem slug e usar sublinhado têm consequência técnica conhecida; média de palavras e data na URL são sinais mais brandos, e valem menos pontos justamente por isso.
Limites conhecidos
A ferramenta trabalha com a forma do slug, e só. Ela não sabe se aquele endereço já existe no seu site, porque não visita nada: a checagem de repetição vale para a lista que está na caixa, e não para o que já está publicado. Antes de importar em lote, exporte a lista de URLs atuais do seu CMS e compare, ou publique em rascunho e deixe o CMS reclamar da colisão.
Ela também não sabe se o termo tem busca. Slug bonito de um assunto que ninguém procura continua sendo um slug bonito e nada mais, e essa parte é pesquisa de palavra-chave, que exige dado externo. E a lista de palavras vazias é uma escolha editorial, não uma verdade: ela cobre português, inglês e espanhol nos termos mais comuns, e é conservadora de propósito, porque remover demais custa mais caro que remover de menos.
Por fim, o comportamento de barra no fim do endereço é decisão do seu servidor, e a ferramenta não opina: escolha um formato, com barra ou sem, e mantenha o mesmo em todo o site. Servir a mesma página nos dois formatos é criar duas URLs para um conteúdo só, que é exatamente o problema que um bom slug tenta evitar.
Da URL publicada ao teste no ar
Endereço bom é o começo. O que decide resultado é o que acontece com quem chega:
- Escreva o title e a description dessa mesma página no gerador de meta tags.
- Veja onde o Google corta o seu resultado, em pixels, no simulador de SERP.
- Controle quais caminhos podem ser rastreados no gerador de robots.txt.
- Se o site tem versões em mais de um idioma, monte a malha no gerador de hreflang.
- Antes de trocar uma página por outra achando que converte mais, veja quanto tráfego o teste exige na calculadora de tamanho de amostra.
Perguntas frequentes
- Qual é o tamanho ideal de um slug?
- Não existe número mágico, e quem promete um está vendendo certeza barata. O que existe é um teto prático: acima de 75 caracteres o resultado da busca corta a URL exibida, o link fica ilegível quando alguém cola numa conversa e a parte que descreve a página é justamente a que some, porque o corte vem do fim. O limite padrão desta ferramenta é 60 caracteres porque ele acomoda de quatro a seis palavras de conteúdo, que é o suficiente para descrever qualquer página sem repetir o título inteiro. Se o seu termo principal couber em três palavras, use três: slug curto não perde nada, e slug longo não ganha nada por ser longo.
- Devo mesmo tirar os artigos e as preposições?
- Na maior parte das vezes sim, com uma exceção que importa. Palavra vazia não acrescenta sinal nenhum de busca e só ocupa espaço, então tirar "de", "para", "como" e "no" encurta a URL sem custo. A exceção é quando a preposição faz parte do termo que as pessoas realmente digitam, e aí a lista de palavras vazias vira uma faca: se o seu termo é "teste ab de email", tirar o "de" produz um slug que não bate com o que a pessoa procurou. A ferramenta deixa você desligar a remoção por isso mesmo, e ela nunca remove palavra de uma letra, porque o "a" de teste A/B e o "e" de e-commerce são exatamente o termo que você quer rankear.
- Hífen ou sublinhado?
- Hífen, sem hesitação. Para o Google o hífen é separador de palavras e o sublinhado é junção: escrito como teste_ab, o buscador lê um termo único, e a busca por "teste ab" perde o casamento. Escrito como teste-ab, ele lê duas palavras e casa. Essa diferença é documentada há anos e não é assunto em aberto. Sublinhado só faz sentido quando o destino não é uma página web indexável, como o identificador interno de um sistema ou o nome de um arquivo em um repositório. Por isso o gerador oferece a opção mas desconta pontos quando você a escolhe.
- Posso usar acento e cedilha na URL?
- Pode, e funciona: o navegador aceita, o Google indexa e o endereço aparece bonito na barra. O problema aparece no caminho de volta. Ao copiar, o navegador converte o caractere em codificação percentual, então a URL que a pessoa cola no WhatsApp, no e-mail ou num relatório vira uma sequência de porcentagens e números que ninguém consegue ler nem conferir. Some a isso as ferramentas de analytics que não normalizam o caractere e passam a mostrar a mesma página em duas linhas diferentes do relatório. Por isso a transliteração vem ligada: você pode desligar, e a ferramenta avisa o que muda quando desliga.
- Vale colocar o ano ou a data no slug?
- Quase nunca. A tentação é grande porque o ano no título aumenta o clique, mas título e URL têm ciclos de vida diferentes. Em janeiro você vai querer atualizar o conteúdo, e aí só existem dois caminhos ruins: manter a URL antiga, e o endereço passa a mentir sobre o conteúdo, ou trocar a URL, e você joga fora o histórico de links que aquela página acumulou. Deixe o ano no título, na descrição e no corpo do texto, onde ele custa uma edição, e mantenha a URL atemporal. A exceção honesta é o conteúdo que É de um período, como o relatório de um ano específico ou a cobertura de um evento datado.
- Preciso fazer alguma coisa se eu trocar o slug de uma página publicada?
- Precisa, e é a parte que mais dá prejuízo quando se esquece. Trocar o slug não é editar um texto: é criar um endereço novo e abandonar o antigo. Todo link externo apontado para a URL velha passa a devolver erro 404, o buscador leva semanas para entender o que houve e a autoridade que aquela página juntou vai junto. O procedimento é publicar um redirecionamento 301 do endereço antigo para o novo no mesmo momento da troca, conferir que ele responde antes de fechar a tarefa e atualizar os links internos que ainda apontam para o endereço velho, para não depender do redirecionamento para sempre.
- O slug precisa repetir o título inteiro?
- Não, e repetir costuma piorar. O título e a URL têm funções diferentes: o título convence a clicar e pode ser uma frase inteira, enquanto a URL só precisa dizer do que é a página. Um slug com quatro palavras de conteúdo já descreve qualquer coisa. Quando a média do seu lote passa de seis palavras por slug, o sinal não é que a URL está errada: é que os títulos viraram frases longas, e vale olhar para eles antes de olhar para a URL. A nota desta ferramenta acende justamente aí, porque o problema quase nunca está no gerador.
- Os títulos que eu colo aqui vão para algum servidor?
- Não vão. Todo o processamento acontece em JavaScript no seu navegador: a lista é lida, convertida, avaliada e exportada na sua máquina, sem nenhuma chamada de rede, e nada é salvo nem registrado. Isso importa quando a lista revela um calendário editorial inteiro que ainda não foi publicado, que é o caso mais comum de uso em lote. Dá para confirmar abrindo a aba de rede do navegador enquanto digita: nenhuma requisição sai. A base da URL também não é visitada, ela só entra na montagem do endereço de exemplo.
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