Gerador de meta tags: monte o head completo e leve pronto pra colar
Preencha os campos e receba o bloco inteiro do head, com title, description, canônica, robots, Open Graph e card do X, mais uma nota que diz onde ele está incompleto. Grátis, sem cadastro, e nada sai do seu navegador.
- - Title
- - Description
- - Tags geradas
- - Tamanho do bloco
Cole isto dentro do head da página
O que entrou na nota
- Title cabe na busca-
- Description cabe na busca-
- Canônica absoluta e limpa-
- Imagem social em https-
- Alt da imagem preenchido-
- Card do X coerente-
- Nome do site declarado-
- Idioma e país no formato certo-
- Robots liberando a página-
- Description não repete o title-
- Charset e viewport no bloco-
Avisos
Tudo roda no seu navegador: nenhum campo sai daqui, nenhuma URL é visitada e nada é salvo. A nota mede se o bloco está completo e se ele cabe no espaço da busca, que é a parte sob o seu controle. Ela não promete posição no Google nem miniatura bonita no WhatsApp: isso quem decide é a plataforma, com critério que não é público.
Para quem é esta página: quem precisa das tags do head escritas e conferidas de uma vez, em vez de caçar cada uma num tutorial diferente. Se o que você quer é ver onde o Google corta o seu texto, medido em pixel, o lugar é o simulador de SERP. Se o que você quer é marcação de dados estruturados, que é outro formato e outra função, o caminho é o gerador de schema Article ou o gerador de schema FAQ. E se o assunto é o arquivo que controla o rastreio do site inteiro, e não as tags de uma página, veja o gerador de robots.txt com bots de IA. Aqui o escopo é um só: as tags que ficam dentro do head de uma página.
O bloco tem quatro camadas, e quase todo site esquece uma
Meta tag não é uma lista solta de linhas opcionais. São quatro grupos com públicos diferentes, e a maioria dos sites preenche o primeiro, esquece o segundo e nunca ouviu falar do terceiro:
- O básico da renderização. A tag charset diz ao navegador em que codificação o arquivo está, e sem ela o acento do português vira símbolo. A viewport diz que a página se adapta à largura da tela, e sem ela o celular desenha o site em tamanho de computador e o visitante precisa dar zoom para ler.
- O que a busca lê. A tag title, a meta description, a canônica e a meta robots. Este é o grupo que quase todo mundo lembra, e mesmo aqui a canônica costuma faltar, o que deixa a mesma página acessível por endereços diferentes disputando entre si.
- O que a rede social lê. As tags do Open Graph, que valem para Facebook, LinkedIn, WhatsApp, Slack, Discord e praticamente todo aplicativo que desenha uma prévia de link. Sem elas, o seu link compartilhado aparece como um endereço cru, do lado de concorrentes com título, descrição e imagem.
- O que o X lê. As tags de card, que definem se o link vira uma imagem grande ou uma miniatura ao lado do texto. Elas usam o Open Graph como reserva, mas o formato do card só é decidido pela tag própria.
O gerador monta os quatro grupos ao mesmo tempo, na ordem em que eles devem aparecer, e deixa de fora tudo o que não faz mais nada: meta keywords, revisit-after, distribution e a lista de fósseis que geradores antigos ainda emitem. Campo vazio não vira tag vazia, ele simplesmente não entra.
Como usar
- Escreva o title e a description da página. Os dois campos são medidos em caractere e em pixel enquanto você digita, na mesma régua da Arial que o simulador de SERP usa.
- Cole a URL canônica completa, com https e sem parâmetro de campanha. É o endereço que você quer que apareça na busca quando a mesma página existir em mais de um caminho.
- Preencha a imagem social e o texto alternativo dela. Esse par é o que separa um link com prévia bonita de um link que parece quebrado no WhatsApp.
- Ajuste os interruptores: index e follow ficam ligados numa página normal; charset e viewport podem ser desligados se a sua página já os declara.
- Confira a nota e a lista de avisos, clique em copiar bloco e cole dentro do head da sua página, antes do fechamento dele.
Como funciona: a régua da nota
A nota vai de 0 a 100 e é a soma de onze checagens com peso. Cada uma corresponde a um jeito conhecido de o bloco falhar no mundo real, e a lista abaixo é a régua inteira, sem nada escondido:
As checagens de title e de description dão meia nota quando você acerta uma das duas medidas e erra a outra, porque as duas medem coisas diferentes. A contagem de caractere é a convenção que todo mundo confere; a de pixel é a que o Google usa de verdade, já que ele desenha o texto e corta quando acaba o espaço. Um title de 58 caracteres cheio de letras largas estoura a linha, e um de 64 com letras estreitas passa inteiro. A régua de pixel é a mesma do simulador de SERP, de propósito: duas réguas diferentes dariam dois números diferentes para o mesmo texto.
Um detalhe que quase nenhum gerador trata: o conteúdo dos campos é escapado antes de virar atributo. Aspas, sinal de maior e e comercial que você digitar são convertidos, e quebra de linha vira espaço. Sem isso, uma aspa no meio do title fecha o atributo mais cedo e quebra o HTML da página inteira, que é um jeito silencioso e muito comum de derrubar a própria prévia social.
Exemplo trabalhado (reproduz o resultado padrão)
O exemplo já carregado é a página de um curso. Conferindo o painel, número por número:
- Title: 51 caracteres e 482 pixels, dentro dos 600 pixels de uma linha no computador. A checagem de title marca 16 de 16.
- Description: 137 caracteres e 868 pixels, dentro dos 1.200 pixels das duas linhas. A checagem marca 14 de 14.
- Bloco: 21 tags geradas e 1,8 kB de tamanho. São 2 do básico, 6 da busca, 8 do Open Graph e 5 do card do X.
- Nota: 100, faixa A, com as onze checagens verdes e nenhum aviso na lista.
Agora troque o title por um mais longo, com o nome da marca no fim, algo como o texto do curso seguido de "de aulas ao vivo com projeto real no seu site" e do nome da escola, chegando a 99 caracteres. Sem mexer em mais nada, o painel responde: 923 pixels contra os 600 disponíveis, a checagem de title cai para 0 de 16, a nota vai para 84 e a faixa cai de A para B. Dois avisos aparecem, um sobre a contagem de caractere e outro sobre o estouro em pixel, que é a medida que decide. As outras dez checagens continuam intactas: a nota não desaba, ela mostra exatamente quanto custou aquele campo.
Como interpretar cada número
A nota é a leitura rápida, e o alvo é a faixa A. Ela responde se o bloco está pronto para colar, não se a página vai ranquear. Um bloco 100 numa página fraca continua sendo uma página fraca com o head bem escrito, e é justamente por isso que a nota vale: ela tira do caminho a parte que é puro trabalho de execução.
Os dois números de cada campo de texto devem ser lidos juntos. O de caractere é a convenção de mercado e o que o seu cliente vai conferir; o de pixel é o que decide o corte. Quando os dois discordam, acredite no pixel e explique a diferença para quem cobrar os 60 caracteres.
A contagem de tags é o jeito mais rápido de perceber que algum campo ficou vazio. O bloco completo sai com 21 tags. Se o seu marca 17, quatro campos estão em branco, e a lista de checagens diz quais.
Os avisos não descontam nota sozinhos: eles explicam o desconto que as checagens já fizeram, e alguns aparecem mesmo com nota cheia, como o que avisa que o perfil do X foi normalizado para o formato com arroba. Vale ler todos antes de copiar.
Limites conhecidos
A ferramenta confere formato, não existência. Ela olha se a canônica é um endereço absoluto e se a imagem está em https, mas não visita a URL nem baixa o arquivo, porque isso exigiria uma chamada de rede e quebraria a promessa de que nada sai do seu navegador. Uma imagem com endereço perfeito e arquivo apagado passa na nota e falha na vida real: depois de publicar, confira a prévia nos validadores das próprias redes.
Do lado da busca, vale o mesmo aviso de sempre: o Google reescreve o title em boa parte das consultas e a description na maioria delas. Um bloco bem escrito não obriga ninguém a usá-lo, ele remove os motivos conhecidos para a troca, e o corte no meio da frase é um dos mais comuns.
As larguras de referência são as do resultado no computador, com 600 pixels de linha. No celular o espaço é outro, o title ganha uma segunda linha e o corte muda de lugar. A ferramenta usa a medida mais restritiva de propósito, para que o texto aprovado aqui caiba nos dois formatos, e quem quiser ver o desenho dos dois lados tem o simulador de SERP para isso.
Por fim, o bloco cobre as tags do head, e não os dados estruturados. Estrela de avaliação, preço e as perguntas que aparecem expandidas na busca vêm de JSON-LD, que é outro formato e mora em outra tag. Se você quer esses enfeites, monte também o schema com o gerador de FAQPage e cole os dois blocos na mesma página.
Do head colado ao clique testado
Escrever a tag é o começo. Depois que ela está no ar, a pergunta vira qual versão faz mais gente clicar e o que acontece com quem clica:
- Veja o desenho do seu snippet e o ponto exato do corte no simulador de SERP, e confira também o formato de celular.
- Se a página de destino é uma landing page, passe ela pelo avaliador de landing page antes de brigar por mais cliques para uma página que não converte.
- Antes de decidir se uma versão da página vence a outra, veja quanto tráfego o teste exige na calculadora de tamanho de amostra.
- Com o teste no ar, confira o veredito na calculadora de significância estatística em vez de encerrar no primeiro dia bom.
- Para saber se o site está pronto para ser citado por sistemas de IA, e não só ranqueado, use o checklist de prontidão GEO.
Perguntas frequentes
- Quais meta tags são realmente obrigatórias?
- Três: a tag title, a meta description e a tag charset. A title é o que o Google desenha como o texto azul do resultado e o que a rede social usa como nome do card. A description é o argumento que decide o clique. O charset evita que o acento apareça quebrado. O resto do bloco não é obrigatório no sentido técnico, mas cada campo que falta é uma decisão que você deixou de tomar e alguma máquina vai tomar por você: sem og:image o link vira texto puro no WhatsApp, sem canonical duas URLs iguais brigam entre si.
- Meta keywords ainda serve para alguma coisa?
- Não, e por isso ela não está aqui. O Google deixou de usar a meta keywords como fator de posição em 2009 e disse isso publicamente. Nenhum buscador relevante lê essa tag hoje. Gerador que ainda emite meta keywords está copiando um modelo de 2008: o efeito prático de mantê-la é entregar sua lista de palavras-chave de graça para quem olhar o código da sua página. O mesmo vale para a meta revisit-after e para a meta distribution, que nunca fizeram nada em buscador nenhum.
- Preciso repetir o title dentro das tags og:title e twitter:title?
- Precisa declarar, sim, e o gerador declara por você. As redes leem primeiro o og:title, e só caem na tag title quando o og:title não existe. Repetir o mesmo texto nos três lugares é o comportamento padrão e é o que esta ferramenta faz. Se você quiser um texto diferente para a rede social, o que costuma valer a pena quando o title da busca é muito descritivo e o social pede algo mais direto, edite o bloco depois de copiar: os campos separados existem no HTML justamente para permitir essa diferença.
- Qual o tamanho certo da imagem do og:image?
- A referência que funciona em todas as redes ao mesmo tempo é 1200 por 630 pixels, na proporção de 1,91 para 1, abaixo de 5 MB e em https. O LinkedIn e o Facebook cortam para essa proporção; o X usa a mesma no formato de card grande. Imagem menor que 600 pixels de largura costuma ser recusada e o card cai para o formato de texto. Uma armadilha comum: a URL da imagem precisa ser absoluta, começando com https, porque o robô da rede social lê a tag fora do contexto da sua página e não tem como resolver um caminho relativo.
- A nota do bloco garante que a página vai subir no Google?
- Não, e nenhuma ferramenta honesta prometeria isso. A nota mede o que está sob o seu controle: o bloco está completo, os endereços são absolutos, o title cabe na linha do resultado, a description cabe nas duas linhas e não repete o title. Posição depende de conteúdo, autoridade e concorrência, que nenhuma tag resolve. O que um bloco bom faz é remover motivos para o buscador ignorar o que você escreveu e reescrever o snippet sozinho, e garantir que o link compartilhado apareça com imagem em vez de aparecer pelado.
- Onde exatamente eu colo esse bloco?
- Dentro da tag head do HTML da página, antes do fechamento dela, e uma vez só por página. Em WordPress, quem costuma escrever essas tags é o plugin de SEO, e ter as duas fontes ao mesmo tempo gera tag duplicada: nesse caso use os campos do plugin em vez de colar o bloco. Em site feito à mão, em Astro, em Next ou em Hugo, o bloco vai no template do head e os valores viram variáveis por página. O erro clássico é colar no body: ali as tags não são lidas por buscador nenhum.
- O robots noindex aqui é a mesma coisa do arquivo robots.txt?
- Não é, e confundir os dois é um dos erros mais caros de SEO técnico. A meta robots com noindex diz ao buscador que ele pode ler a página mas não pode listá-la. O arquivo robots.txt diz que ele nem deve buscar a página. Se você bloquear a URL no robots.txt, o buscador nunca vai ler a meta noindex, e a página pode continuar aparecendo na busca sem descrição nenhuma. Para tirar uma página do índice, deixe o rastreio liberado e use a meta noindex, que é o interruptor desta ferramenta.
- Os campos que eu digito ficam salvos em algum lugar?
- Não. Tudo roda em JavaScript dentro do seu navegador: o bloco é montado e a nota é calculada na sua máquina, sem nenhuma chamada de rede, e nada é salvo nem registrado. A ferramenta também não visita a URL canônica nem baixa a imagem que você informou, o que significa que ela confere o formato do endereço e não a existência do arquivo. Isso importa quando a página ainda não foi publicada e o title revela um lançamento. Dá para conferir abrindo a aba de rede do navegador e digitando: nenhuma requisição sai.
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Para entender como a busca e as respostas de IA tratam o que você publica, siga por CRO e SEO, o que muda em cada um, veja o guia de GEO em 2026 e aprenda a montar blocos citáveis em FAQ para citação por IA.