Contador de caracteres para Google Ads: RSA, Performance Max, Meta e mais
Escolha o formato do anúncio e escreva direto nos campos: a ferramenta conta cada título e cada descrição do jeito que a plataforma conta, mostra quanto ainda cabe, marca o que estourou e diz quantos ativos ainda faltam para o formato ficar completo. Grátis, sem cadastro, e nada sai do seu computador.
Título
Descrição
Caminho da URL
-
O conjunto de ativos, tipo por tipo
Nada sai do seu navegador. A contagem é de caracteres percebidos (grafemas), o mesmo critério das plataformas: espaço conta, acento não conta em dobro, e emoji conta uma vez mesmo ocupando duas unidades internas.
Para quem é esta página: para quem escreve ou revisa anúncio de mídia paga e precisa que o texto caiba antes de subir a campanha. Ela conta os campos do anúncio, com o limite de cada formato e com a conferência do conjunto de ativos, e não é um contador de texto genérico para legenda de post ou para artigo. Depois que a campanha estiver no ar, as contas de dinheiro ficam ao lado: a calculadora de CPC, CPM e CTR traduz as métricas do leilão, a calculadora de ROAS mede o retorno e o gerador de UTM garante que cada clique chegue marcado no analytics.
O limite não corta o excesso: ele recusa o ativo inteiro
Quase toda copy de anúncio nasce fora da plataforma, num documento compartilhado, e chega ao gerenciador só no fim, quando alguém vai subir a campanha. É nesse momento que aparece o campo vermelho, o anúncio que não salva e a rodada extra de aprovação por causa de dois caracteres. O problema não é o texto ser comprido: é a régua estar do lado errado do processo.
Vale entender o que a plataforma faz com o excesso, porque isso muda a forma de escrever. No Google Ads não existe corte: o campo simplesmente não aceita o valor, e o anúncio inteiro fica travado. Na Meta e no LinkedIn existe corte, e ele é pior do que parece, porque o texto é publicado normalmente e some do olho do leitor atrás de um "ver mais" que quase ninguém abre. Nos dois casos o custo aparece longe de onde o erro foi cometido.
Por isso esta ferramenta não devolve só um número. Ela conta o campo, compara com o limite daquele formato, avisa quando o texto passou do ponto em que a exibição corta e ainda olha para o conjunto: quantos títulos existem contra quantos a plataforma exige, e contra quantos ela recomenda. Um anúncio pode ter todos os campos dentro do limite e mesmo assim ser um anúncio fraco, porque foi entregue com o mínimo de ativos que o formulário aceitava.
Como usar
- Escolha o formato do anúncio. Cada formato traz os campos que ele tem de verdade, com o limite e o número de ativos que aceita.
- Escreva ou cole o texto em cada campo. A contagem, a barra e os avisos acompanham cada tecla, sem botão de calcular.
- Use o mais um para abrir novos ativos até o teto do formato. É assim que se chega aos 15 títulos de um anúncio responsivo.
- Olhe o quadro de resumo: campos acima do limite, ativos preenchidos e aproveitamento médio do limite. O veredito abaixo dele diz se o conjunto está pronto ou só está salvável.
- Precisa de um limite que não está na lista, de uma rede fora do catálogo ou do texto de um botão? Escolha limite personalizado e defina o número.
Como funciona: o que conta como caractere
A contagem é de grafemas, ou seja, de caracteres percebidos, que é o critério das plataformas. Três regras explicam quase toda divergência entre contadores:
O aproveitamento é o número que a maioria dos contadores não mostra e que mais muda a qualidade do anúncio. Ele responde uma pergunta diferente de "cabe?": responde "você usou o espaço que comprou?". Na página de resultados, o título é a única parte do anúncio que compete pela atenção antes do clique, e cada caractere não usado é área comprada e não ocupada.
Exemplo trabalhado (reproduz o resultado padrão)
A ferramenta abre no anúncio de pesquisa responsivo com 5 títulos, 2 descrições e 2 caminhos já preenchidos. Confira você mesmo, contando na mão:
- Os títulos têm 25, 26, 26, 18 e 21 caracteres, todos abaixo dos 30. A média fica em 23,2 e o maior em 26, o que dá 77% de aproveitamento do limite.
- As duas descrições têm 81 caracteres cada, contra o limite de 90. São 90% de aproveitamento, e é por isso que as duas acendem o aviso de proximidade: faltam 9 caracteres para o teto, e qualquer ajuste de última hora estoura.
- Os caminhos de URL têm 8 e 6 caracteres contra o limite de 15, ou 47%. Campo curto costuma passar despercebido, e ele aparece na linha verde do anúncio, logo abaixo do título.
- No resumo: 0 campos acima do limite, 9 de 21 ativos preenchidos e 73% de aproveitamento médio, que é a média dos nove campos.
O veredito, porém, não é de aprovação: o conjunto está magro. O formato aceita 15 títulos e 4 descrições, e o anúncio tem 5 e 2. Agora experimente colar um título de 34 caracteres em qualquer espaço vazio. O número de campos acima do limite vira 1, o campo fica vermelho e o veredito muda de tom, porque uma coisa é o anúncio estar incompleto e outra é ele não poder subir.
Limites por formato, em um lugar só
Os números que a ferramenta usa, para conferência rápida quando você está escrevendo em outro lugar:
| Formato | Campo | Limite | Ativos |
|---|---|---|---|
| Google Ads, pesquisa responsiva | Título | 30 | até 15, mínimo 3 |
| Google Ads, pesquisa responsiva | Descrição | 90 | até 4, mínimo 2 |
| Google Ads, pesquisa responsiva | Caminho da URL | 15 | até 2 |
| Google Ads, Performance Max | Título curto | 30 | até 5, mínimo 3 |
| Google Ads, Performance Max | Título longo | 90 | até 5 |
| Google Ads, Performance Max | Descrição curta | 60 | 1 |
| Google Ads, Performance Max | Nome da empresa | 25 | 1 |
| Google Ads, recursos | Texto do sitelink | 25 | até 4, mínimo 2 |
| Google Ads, recursos | Descrição do sitelink | 35 | até 2 linhas |
| Google Ads, recursos | Frase de destaque | 25 | até 4, mínimo 2 |
| Meta, feed | Texto principal | corta perto de 125 | até 5 variações |
| Meta, feed | Título | 27 recomendado, 40 limite | até 5 variações |
| Meta, feed | Descrição do link | 27 recomendado, 30 limite | até 5 variações |
| LinkedIn, imagem única | Texto de introdução | 150 recomendado, 600 limite | 1 |
| LinkedIn, imagem única | Título | 70 recomendado, 200 limite | 1 |
| TikTok, no feed | Texto do anúncio | 100 | 1 |
Plataforma muda limite sem avisar, e o número da tela do gerenciador é sempre a palavra final. Quando a rede que você usa não estiver aqui, o campo de limite personalizado resolve o caso sem inventar um formato que não existe.
Como interpretar e onde o número engana
O primeiro limite é o idioma. Em japonês, chinês e coreano o Google conta caracteres de largura dupla e derruba o limite dos títulos pela metade. A contagem desta página é a das línguas de alfabeto latino, que é o caso do português, do inglês e do espanhol.
O segundo é o texto dinâmico. Inserção de palavra-chave, contagem regressiva e personalizador de anúncio ocupam o espaço do valor que vai entrar no lugar, não o espaço do código que você digitou. O campo pode caber no editor e estourar na hora da exibição, então o hábito seguro é contar a maior substituição possível, e não o texto do marcador.
O terceiro é a política. Caber é condição necessária e não suficiente: a revisão reprova promessa exagerada, palavra inteira em maiúsculas, pontuação repetida e emoji no texto do Google, tudo isso dentro do limite. A ferramenta acusa esses três padrões mecânicos, e o resto continua sendo leitura humana.
O quarto é a fixação de ativos. Fixar um título na posição 1 congela a combinação e reduz o material que o sistema testa, o que costuma custar mais do que o controle ganho. Se a intenção é descobrir qual mensagem funciona, o caminho honesto é medir, não fixar por opinião. É o mesmo raciocínio de um teste na página de destino: variação, divisão de tráfego e leitura estatística, como no guia completo de otimização de conversão.
Do texto que cabe ao texto que vende
- Antes de escrever, feche o número que o anúncio precisa entregar com a calculadora de CPA e CPL.
- Depois do clique, quem decide a venda é a página. Meça a base atual com a calculadora de taxa de conversão.
- Para transformar a ideia do novo título em hipótese testável, use o gerador de hipótese de teste A/B.
- E antes de declarar vencedor o anúncio novo, confira o tamanho de amostra na calculadora de tamanho de amostra.
Perguntas frequentes
- Quantos caracteres tem um título de anúncio do Google Ads?
- O título de um anúncio de pesquisa responsivo aceita 30 caracteres, e cada anúncio comporta até 15 títulos. A descrição vai até 90 caracteres, com até 4 por anúncio, e cada um dos dois caminhos de URL aceita 15. Espaço conta como caractere e acento não conta em dobro. Em campanhas Performance Max convivem dois tipos de título: o curto, também de 30, e o longo, de 90.
- Quantos caracteres cabem em um anúncio da Meta?
- O texto principal do feed do Facebook e do Instagram não tem um teto rígido, mas a exibição corta perto de 125 caracteres e esconde o resto atrás de um "ver mais". O título aceita até 40, com 27 recomendados, e a descrição do link vai até 30, com os mesmos 27 recomendados. A diferença entre recomendado e limite importa: o que passa do recomendado é publicado, só que ninguém lê.
- O que acontece se o texto passar do limite?
- A plataforma recusa o ativo inteiro em vez de cortar o excesso. No Google Ads o campo fica marcado em vermelho e o anúncio não salva enquanto houver um único caractere sobrando. É por isso que o problema quase sempre aparece na hora de subir a campanha, com a copy já aprovada pelo cliente, e vira retrabalho. A conferência antes de colar economiza esse ciclo.
- O espaço conta como caractere no Google Ads?
- Conta, e é a causa mais comum do texto que estoura por um caractere. Espaço no começo ou no fim do campo, dois espaços seguidos depois de uma edição rápida e a quebra de linha do texto colado do documento contam todos para o limite. Esta ferramenta acusa espaço duplo e espaço nas pontas separadamente, porque são erros invisíveis na tela e visíveis para o contador da plataforma.
- Por que o meu contador mostra um número e a plataforma mostra outro?
- Porque nem todo contador conta a mesma coisa. Um emoji costuma valer um caractere para a plataforma e duas unidades internas para um contador feito com o length cru do JavaScript. Alguns caracteres com acento podem vir do editor em forma composta, com a letra e o acento separados, e aí um contador ingênuo enxerga dois. Aqui a contagem é de grafemas, que é o caractere percebido, o mesmo critério das plataformas.
- Posso usar emoji em anúncio do Google Ads?
- Não. O texto de anúncio do Google não aceita emoji, e a revisão reprova o ativo mesmo quando ele cabe no limite. A Meta, o LinkedIn e o TikTok aceitam. Por isso a ferramenta avisa sobre emoji só quando o formato escolhido é do Google, junto com dois outros motivos frequentes de reprovação: palavra inteira em maiúsculas e pontuação repetida do tipo dois pontos de exclamação seguidos.
- Quantos títulos eu preciso escrever em um anúncio responsivo?
- O mínimo para salvar são 3 títulos e 2 descrições, mas o mínimo é um péssimo alvo. O anúncio responsivo funciona combinando os ativos que você deu, então poucos ativos significam poucas combinações para o sistema testar. A recomendação do Google é chegar aos 15 títulos e 4 descrições, com ângulos genuinamente diferentes entre si, e não com a mesma frase reescrita quinze vezes.
- Vale a pena usar o limite inteiro do campo?
- Vale ocupar boa parte dele, e a ferramenta mostra esse aproveitamento em percentual. Título de 30 caracteres que usa 18 desperdiça espaço na página de resultados, onde a área do anúncio é o ativo mais caro que você comprou. O contrário também é ruim: um conjunto em que todos os títulos raspam os 30 costuma esconder frases truncadas na leitura. O alvo saudável é variar o tamanho e manter a média alta.
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O anúncio leva a pessoa até a página, e é lá que o dinheiro é ganho ou perdido. Comece pelos números de referência em boa taxa de conversão e benchmarks, aprenda a escrever a hipótese em como escrever uma hipótese de teste A/B e feche a medição com o guia de GA4 e teste A/B.