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Preview de Open Graph: veja como o seu link aparece ao ser compartilhado

Preencha ou cole as suas meta tags e veja o cartão que WhatsApp, LinkedIn, X, Facebook, Telegram e Slack montam com o mesmo link, com o corte do texto e o recorte da imagem medidos plataforma por plataforma. Grátis, sem cadastro, e nada sai do seu navegador.

Prévia de link com Open Graph
Já tenho as tags: colar o head aqui

Cole o head da página ou só o bloco de meta tags. A leitura acontece no seu navegador e preenche os campos abaixo.

O cartão que essa plataforma monta

-Nota das tags sociais
-Título: caracteres e limite
-Descrição: caracteres e limite
-Área da imagem cortada aqui

O que sobrevive ao recorte

  • moldura desta plataforma
  • recorte quadrado (pior caso das miniaturas)

A área fora do traço é cortada. Ponha logotipo e texto dentro do quadrado central e a arte sobrevive em qualquer cartão.

O cartão, campo por campo

Formato do cartão
-
Título vem da tag
-
Título cortado
-
Caracteres do título que somem
-
Exibe a descrição
-
Descrição vem da tag
-
Descrição cortada
-
Caracteres da descrição que somem
-
Imagem vem da tag
-
Dimensões e proporção
-
Recorte na moldura desta plataforma
-
Recorte quadrado
-
Peso do arquivo
-
Domínio no rodapé do cartão
-
Texto alternativo da imagem
-

A mesma tag em todas as plataformas

PlataformaFormatoTítuloDescriçãoImagem cortada

O que consertar antes de compartilhar

    Nada sai do seu navegador: a leitura das tags e a montagem do cartão rodam no seu computador, sem nenhuma chamada de rede, e a imagem que você escolhe é lida do disco local. Os limites de cada plataforma são valores de referência conferidos em setembro de 2026: as redes mudam o cartão sem avisar.

    Para quem é esta página: quem já tem as tags no ar e quer saber o que cada rede faz com elas antes de mandar o link para uma lista, um grupo ou um anúncio. Se você ainda vai escrever as tags, comece pelo gerador de meta tags, que monta o bloco do head inteiro pronto para colar. Se a sua pergunta é sobre a página de resultados do Google, e não sobre redes sociais, o caminho é o simulador de SERP, que mede o corte do title em pixel. As três ferramentas olham para partes diferentes do mesmo head: uma escreve, uma mede a busca, e esta aqui mede o compartilhamento.

    O mesmo link vira seis cartões diferentes

    Existe uma ilusão confortável de que Open Graph é um padrão, e que padrão significa comportamento igual. Não significa. As tags são as mesmas, mas cada plataforma decide sozinha três coisas: qual tag ela lê, onde ela corta o texto e como ela recorta a imagem. O resultado é que o mesmo link pode aparecer inteiro no Slack, com o título cortado no WhatsApp e sem descrição nenhuma no LinkedIn, sem que exista um erro sequer no seu código.

    Três exemplos que aparecem todo dia. O LinkedIn não exibe a og:description no cartão do feed: o que sobra é imagem, título e domínio, e um título que dependia da segunda linha para fazer sentido chega pela metade. O X, com a tag twitter:card em summary_large_image, desenha o título por cima da própria imagem e também não mostra descrição. O WhatsApp aceita descrição, mas tem o orçamento de texto mais curto de todos e um limite prático de peso de arquivo que faz a imagem sumir sem aviso nenhum.

    Nenhuma dessas três coisas aparece no seu editor, no seu CMS ou em um validador de HTML. Elas só aparecem quando alguém cola o link. Esta ferramenta antecipa esse momento.

    Como usar

    1. Se você já tem as tags no ar, abra colar o head aqui, cole o bloco de meta tags e clique em ler as tags. Os campos se preenchem sozinhos. Se ainda não tem, digite direto nos campos.
    2. Informe as dimensões e o peso da imagem. É a informação que quase nenhuma prévia pede e é justamente a que decide se o cartão vai ter imagem. Se preferir, escolha o arquivo em ver com a imagem real e os três campos se preenchem sozinhos.
    3. Percorra o seletor de plataforma. O cartão é redesenhado a cada troca, com o formato, o corte e o recorte daquela rede.
    4. Olhe a tabela a mesma tag em todas as plataformas. Ela responde de uma vez onde o seu texto sobrevive inteiro e onde ele é cortado, com quantos caracteres somem em cada lugar.
    5. Conserte o que aparecer na lista o que consertar antes de compartilhar e confira a nota subir. A nota mede o conjunto de tags; o corte é uma leitura separada, campo a campo.

    Como funciona: as três decisões de cada plataforma

    Tudo o que a ferramenta faz sai de quatro regras simples aplicadas com os números de referência de cada rede:

    tag que vence = a primeira preenchida na cadeia daquela plataforma (por exemplo og:title, depois twitter:title, depois a tag title do documento)
    texto exibido = corte no limite de caracteres da plataforma, na borda de palavra, com reticências
    formato do cartão = tem imagem? passa do tamanho mínimo? pesa menos que o teto? se não, cai para miniatura ou para texto puro
    área da imagem que sobrevive = proporção menor dividida pela proporção maior, entre a imagem e a moldura da plataforma

    A quarta regra é a que costuma surpreender. Rede social não deforma imagem: ela recorta pelo centro. Uma arte de 1200 por 630, que é 1,90:1, encaixa quase perfeita numa moldura de 1,91:1 e perde 0,3% da área. A mesma arte, encaixada num quadrado, perde 47,5% da largura, e tudo que estava nas laterais desaparece. Como você não escolhe em qual formato o seu link vai cair, a regra prática é desenhar para os dois: informação essencial dentro do quadrado central, respiro nas bordas.

    A contagem de caracteres usa caractere percebido, não ponto de código: um emoji com tom de pele conta como um, que é como a plataforma corta e como um humano conta. E o corte prefere soltar a última palavra inteira em vez de parti-la no meio, que é o comportamento observado nos cartões reais.

    Exemplo trabalhado (reproduz o resultado padrão)

    O exemplo já carregado é o link de um guia de tênis de corrida, com imagem de 1200 por 630 pixels e 240 KB, na plataforma WhatsApp. Conferindo o que a ferramenta mostra, número por número:

    Agora percorra o seletor de plataforma sem mexer em mais nada, e veja o mesmo link mudar de comportamento. No LinkedIn o título aparece inteiro, porque o limite ali é de 100 caracteres, mas a descrição some por completo. No X o título perde os mesmos 8 caracteres, e a descrição também não aparece: o cartão grande é imagem com o título por cima. No Facebook, no Telegram e no Slack tudo cabe inteiro. Seis plataformas, três resultados diferentes, um único bloco de tags.

    Faça mais dois testes para ver as duas quebras que ninguém enxerga a tempo. Troque o peso do arquivo de 240 para 420 KB e volte para o WhatsApp: o cartão perde a imagem e vira texto puro, com o aviso de que o arquivo passa do que a plataforma busca. Depois devolva 240 e troque as dimensões para 800 por 800: a imagem vira quadrada, o recorte na moldura do cartão grande salta para 47,6% e a nota cai de 92 para 83.

    As medidas de referência, plataforma por plataforma

    Estes são os valores usados pela ferramenta, conferidos em setembro de 2026. Nenhuma plataforma publica isso como contrato, e todas mudam o cartão sem avisar, então trate os limites como ordem de grandeza. O que não é estimativa é a cadeia de tags: essa é a regra de leitura documentada de cada rede e é o que mais explica prévia inesperada.

    Como interpretar cada número

    A nota das tags sociais mede o conjunto, não o cartão de uma plataforma: as tags existem, apontam para um arquivo que dá para carregar, e o texto cabe no orçamento mais apertado. É possível ter nota alta e ainda assim ver corte em uma rede, e é por isso que a linha de veredito abaixo do cartão fala por plataforma, não pelo conjunto.

    Os caracteres que somem respondem à pergunta que a porcentagem não responde: o que exatamente se perde. Oito caracteres no fim de um título costumam ser uma palavra; quarenta e nove no fim de uma descrição costumam ser o motivo de a pessoa clicar. Se o que some é irrelevante, o corte também é. Se o que some é a promessa, o conserto quase sempre é mover a informação para o começo, não apagar palavra.

    A área da imagem cortada só vira problema quando passa de mais ou menos 20%. Abaixo disso o recorte tira margem; acima disso ele começa a comer conteúdo. O número do recorte quadrado é o pior caso e serve como teto de segurança: se a sua arte sobrevive ao quadrado, ela sobrevive a qualquer cartão.

    A tag que venceu é a linha mais subestimada do relatório. Quando ela mostra que o título veio da tag title do documento, e não de og:title, significa que o texto do cartão é o texto que você escreveu para o Google, com nome de marca no fim e tudo. Costuma ser a explicação para aquele cartão estranho que ninguém consegue justificar.

    Limites conhecidos

    O maior limite é o cache. Toda plataforma guarda o cartão por dias depois da primeira leitura, então um link que já circulou continua exibindo a versão antiga mesmo depois de as tags mudarem. Facebook, LinkedIn e X têm ferramentas oficiais para forçar a releitura; WhatsApp e Telegram não têm, e ali o jeito é versionar a URL da imagem.

    As medidas de cada plataforma são referência, não contrato. O mesmo link rende cartões um pouco diferentes no aplicativo e no navegador, no celular e no computador, e as redes ajustam esses layouts sem anúncio nenhum. A diferença entre 88 e 92 caracteres não muda decisão de escrita; a diferença entre exibir e não exibir a descrição muda, e é por isso que a ferramenta separa esses dois níveis de informação.

    A ferramenta também não busca a sua URL nem baixa a sua imagem: ela trabalha com o que você informa. Isso é o preço de não ter servidor no meio do caminho, e é uma troca deliberada, porque significa que as tags de uma página em rascunho não passam por nenhuma máquina que não seja a sua. Para conferir o head inteiro depois de ajustar o cartão, o gerador de meta tags devolve o bloco completo, e o gerador de schema Article cuida dos dados estruturados, que são outro assunto.

    Do cartão bonito ao clique testado

    Um cartão que cabe é o piso, não o objetivo. Depois que o link aparece inteiro em todo lugar, a pergunta seguinte é qual versão faz mais gente clicar e o que acontece com quem clica:

    Perguntas frequentes

    Por que meu link aparece sem imagem no WhatsApp?
    São quatro causas, nessa ordem de frequência. A primeira é o peso do arquivo: o WhatsApp busca a imagem em uma janela curta e desiste quando ela é grande demais, e na prática a partir de uns 300 KB a prévia começa a falhar de forma intermitente. A segunda é a URL: a tag precisa apontar para um endereço absoluto em https, porque a plataforma lê a tag fora do contexto da página e não resolve caminho relativo. A terceira é o tamanho da imagem: abaixo de 300 por 200 pixels o cartão cai para a miniatura quadrada ou some. A quarta é cache: se o link já circulou uma vez com a tag errada, a versão guardada continua sendo servida por um bom tempo. Marque na ferramenta acima o peso e as dimensões da sua imagem e o cartão muda na hora, mostrando qual das causas é a sua.
    Qual o tamanho ideal da imagem de Open Graph?
    1200 por 630 pixels, que dá a proporção de 1,91:1 recomendada por Facebook, LinkedIn e X para o cartão grande, com peso abaixo de 300 KB para sobreviver ao WhatsApp. Esse é o formato que passa em todas as plataformas sem recorte relevante. O detalhe que quase ninguém considera é o recorte quadrado: quando uma plataforma cai para a miniatura, ela corta o centro em 1:1 e joga fora quase metade da largura da sua arte. Por isso a regra prática é mais importante do que o número: mantenha logotipo e texto dentro do quadrado central, e a imagem funciona nos dois formatos.
    O LinkedIn mostra a minha meta description no cartão?
    Não no feed. O cartão de link do LinkedIn hoje é imagem, título e domínio, e a og:description não aparece ali. Isso muda o que você escreve: no LinkedIn o título precisa se sustentar sozinho, porque não existe segunda linha para completar o argumento. Vale o mesmo raciocínio no X com o cartão grande, que também desenha só o título por cima da imagem. Continue preenchendo a og:description, porque WhatsApp, Facebook, Telegram e Slack usam, mas não conte com ela para fechar a promessa.
    Preciso das tags twitter: se já tenho as Open Graph?
    Precisa de uma: a twitter:card. As demais são opcionais, porque o X cai para as tags Open Graph quando não encontra a versão twitter:. Sem a twitter:card, porém, ele não monta o cartão grande mesmo com a imagem certa, e você perde o formato que ocupa mais espaço na tela. As tags twitter:title e twitter:image só valem a pena quando você quer um texto ou uma arte diferente para o X, o que é um caso legítimo mas raro. A ferramenta acima mostra qual tag ganhou em cada plataforma na linha do relatório, exatamente para você ver quando o texto que aparece não é o que você achou que tinha escrito.
    Mudei as tags e a prévia continua a antiga. O que fazer?
    Toda plataforma guarda o cartão em cache por dias, e algumas por semanas. A saída é forçar a releitura na ferramenta oficial de cada uma: o depurador de compartilhamento do Facebook, o inspetor de post do LinkedIn e o validador de cartão do X têm um botão de buscar de novo. WhatsApp e Telegram não têm ferramenta pública, e o caminho ali é mudar a URL da imagem, acrescentando uma versão no nome do arquivo, porque a chave do cache é o endereço. Antes de sair forçando cache, confira aqui se as tags novas realmente resolvem o problema: forçar releitura de uma tag ainda errada só troca um cartão ruim por outro.
    A ferramenta busca as tags da minha URL?
    Não, e isso é proposital. Buscar uma URL exigiria um servidor nosso no meio do caminho, e aí o texto da sua página em rascunho passaria por ele. Aqui tudo roda no seu navegador: você cola o bloco de meta tags e a leitura acontece na sua máquina, sem nenhuma chamada de rede. A imagem, se você escolher o arquivo, é lida do disco local por endereço temporário do navegador e também não é enviada a lugar nenhum. Dá para confirmar abrindo a aba de rede do navegador enquanto usa a ferramenta: nada sai.
    A og:image:alt serve para alguma coisa?
    Serve, e para duas coisas. A primeira é acessibilidade: é o texto que um leitor de tela anuncia no lugar da arte quando alguém compartilha o link, e sem ele a pessoa ouve apenas que existe uma imagem. A segunda é diagnóstico: uma alt bem escrita obriga quem produz o cartão a responder o que está na imagem, e essa pergunta costuma revelar que a arte não comunica nada sozinha. Ela não influencia posição na busca nem tamanho de cartão, então quem promete isso está vendendo o que não existe.
    Emoji no og:title conta quantos caracteres?
    Conta um, e essa é a contagem certa. A ferramenta usa caractere percebido, que é como um humano conta e como as plataformas cortam na tela. Um emoji comum, uma bandeira ou um emoji com tom de pele podem ocupar dois, quatro ou mais pontos de código, e um contador ingênuo diria que a sua bandeira ocupa quatro caracteres do orçamento. Vale lembrar, porém, que emoji ocupa mais largura do que uma letra: se o seu título está no limite, o emoji pode empurrar o corte antes do número indicar.
    Incorporar esta ferramenta no seu site

    Cole este código onde quiser exibir a prévia. O link de crédito abaixo do quadro nos ajuda e é livre para manter.

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    Para entender como a busca e as respostas de IA tratam o que você publica, siga por CRO e SEO, o que muda em cada um, veja o guia de GEO em 2026 e leia sobre teste A/B de landing page em SaaS B2B.

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