Testar assunto de e-mail antes de enviar para a lista inteira
Escreva o assunto e o pré-cabeçalho e veja a nota, as palavras que pesam no filtro e a linha exata que aparece em seis clientes de e-mail, com o corte de cada um. Grátis, sem cadastro, e nada sai do seu navegador.
Entra no lugar da marca de personalização. É o texto que a pessoa recebe, e é ele que a caixa de entrada corta.
- - caracteres enviados
- - palavras
- - caracteres de pré-cabeçalho
- - cortados no celular
A linha na caixa de entrada
É esta linha que decide a abertura. Troque o cliente e veja o corte mudar.
09:12
O mesmo assunto em seis clientes
| Cliente | O que aparece | Cortado |
|---|
As dez checagens
- Tamanho do assunto-
- Promessa antes do corte-
- Sem palavras de filtro-
- Sem palavra em caixa alta-
- Pontuação contida-
- Emoji na medida-
- Número de palavras-
- Dado concreto-
- Personalização-
- Pré-cabeçalho que complementa-
O que a ferramenta encontrou
Avisos
Tudo roda no seu navegador: o assunto não sai daqui e nenhum servidor é consultado. A nota mede a FORMA da linha, que é o que está sob o seu controle, e é reprodutível: o mesmo assunto devolve sempre o mesmo número. Ela não prevê taxa de abertura, porque abertura depende de remetente, reputação de envio, histórico da lista e horário, que não estão nesta caixa de texto.
Para quem é esta página: quem vai apertar enviar hoje e quer olhar a linha antes, do jeito que ela vai chegar. A ferramenta mede o assunto inteiro: tamanho, ordem das palavras, caixa alta, emoji, pontuação, personalização e pré-cabeçalho, mais a prévia por cliente. Se a sua pergunta é qual dos dois assuntos vende mais, e não se este está bem escrito, o caminho é a calculadora de amostra para teste de e-mail, que diz quantos inscritos cada versão precisa. Se o problema não é o assunto, mas o corpo do e-mail caindo no spam, o verificador de palavras que caem no spam analisa o texto inteiro e marca cada termo que pesa no filtro. E se você está escrevendo um título de artigo, e não um assunto, o analisador de títulos pontua com os critérios de leitura em página, que são outros.
A linha de assunto é a única parte do e-mail que todo mundo lê
Um e-mail tem corpo, imagem, botão e rodapé. Nada disso existe até alguém abrir, e a decisão de abrir é tomada numa linha, numa lista de outras linhas, em geral no celular, em menos de um segundo. É a parte mais barata de consertar do seu programa de e-mail e a que quase ninguém revisa com critério, porque não existe onde revisar: o editor da sua ferramenta de disparo mostra um campo de texto branco e largo que não se parece nada com a caixa de entrada de quem recebe.
O resultado é um erro que se repete todo mês. O assunto é escrito num campo de 700 pixels, aprovado num computador, e chega numa lista onde ele tem 35 caracteres para se explicar. A promessa estava no fim da frase. Ninguém viu.
Esta ferramenta faz duas coisas que o seu editor não faz: mostra a linha do jeito que ela chega, cliente por cliente, e diz onde ela está gastando caracteres com ruído em vez de promessa.
Como usar
- Escreva o assunto como você enviaria, com marca de personalização e tudo. Se usar
{{nome}},*|FNAME|*ou formato parecido, a ferramenta reconhece e troca pelo nome de exemplo antes de medir. - Escreva o pré-cabeçalho. Não pule este campo: é a segunda linha mais lida do seu e-mail, e deixá-lo vazio entrega essa linha ao aviso de "não está vendo este e-mail".
- Ajuste o nome de exemplo. Teste com um nome curto e com um longo: os dois existem na sua lista e mudam o corte.
- Percorra o seletor de cliente de e-mail e olhe a linha da caixa de entrada mudar. Depois confira a tabela com os seis de uma vez.
- Conserte o que aparecer nas dez checagens e nos avisos, começando pela checagem vermelha de maior peso. A nota sobe na hora.
Como funciona: dez checagens que somam 100
A nota não é opinião: é a soma de dez medidas com peso fixo, aplicadas ao assunto já com o nome preenchido.
Três decisões dentro dessas contas valem ser explicadas, porque é onde as ferramentas parecidas erram.
O corte é duro, no caractere, sem respeitar palavra. A caixa de entrada corta no meio da palavra mesmo, diferente da página de resultados do Google, que costuma soltar a última palavra inteira. Por isso a prévia aqui mostra pedaço de palavra: é o que acontece de verdade. A checagem de promessa antes do corte, ao contrário, joga fora a palavra partida de propósito, porque meia palavra não comunica nada.
Caractere é caractere percebido. Um emoji conta um, uma letra com acento conta uma, e uma bandeira conta uma, que é como um humano conta e como o cliente de e-mail corta. Contador que usa o comprimento bruto da linguagem de programação diz que a sua bandeira ocupa quatro caracteres do orçamento, e você acaba cortando texto que cabia.
A lista do idioma é somada à lista em inglês. Campanha em português e em espanhol usa "free", "sale" e "act now" o tempo todo, e um verificador que só olha o próprio idioma passa batido pelos termos mais marcados que existem.
Exemplo trabalhado (reproduz o resultado padrão)
O assunto já carregado é o que toda loja envia em semana de promoção: ÚLTIMA CHANCE: 50% de desconto em tudo, só hoje!! 🔥, com o pré-cabeçalho "Última chance para aproveitar 50% de desconto em tudo. Só hoje.". Conferindo o que a ferramenta mostra, número por número:
- Nota 69, faixa C, com 51 caracteres enviados, 9 palavras e 63 caracteres de pré-cabeçalho.
- Tamanho: 15,5 de 16. São 51 caracteres contra o teto de 50 da faixa, então o desconto é de meio ponto. O tamanho não é o problema desta linha.
- Palavras de filtro: 7 de 16. Três termos de desgaste na mesma frase, três pontos cada: última chance, desconto e só hoje. Nenhum derruba entrega sozinho; juntos, eles são a frase que a sua lista recebe de todo mundo.
- Caixa alta: 0 de 8, por causa de ÚLTIMA e CHANCE. Duas palavras gritadas zeram a checagem.
- Pontuação: 3 de 8, por causa do "!!".
- Pré-cabeçalho: 9 de 12. Ele existe e tem o tamanho certo, mas repete 83% das palavras de conteúdo do assunto, e o aviso amarelo aparece embaixo.
- Personalização: 0 de 6, porque não há marca nenhuma na linha.
Agora percorra o seletor de cliente sem mexer em mais nada. No Gmail no iPhone a linha chega como "ÚLTIMA CHANCE: 50% de desconto em t" e 16 caracteres somem, levando junto o "só hoje" que era o motivo da urgência. No Apple Mail no iPhone somem 13, no Gmail no Android somem 9, e só a partir do Outlook no computador a linha aparece inteira. Repare no que sobrevive em todos eles: a parte gritada. O que some é a informação.
Agora o conserto. Troque o assunto por {{nome}}, 50% em tudo até domingo e o pré-cabeçalho por "Cupom aplicado direto no carrinho, sem código pra digitar.". A nota vai a 100, faixa A, com 31 caracteres enviados (você escreveu 33, e a linha aparece abaixo da nota dizendo isso) e 6 palavras. Todas as dez checagens ficam cheias, a lista de achados passa a mostrar só a marca {{nome}} como informação, e nenhum dos seis clientes corta nada. Nada foi inventado: o prazo substituiu a urgência gritada, e a objeção do cupom foi para o pré-cabeçalho, que antes só repetia.
Os seis clientes e por que eles não concordam
Estes são os valores usados pela ferramenta, conferidos em setembro de 2026. Nenhum cliente de e-mail publica isso como contrato, e todos mudam a lista sem avisar, então trate como ordem de grandeza. O que é estável há anos é a ordem: celular corta muito antes do computador, e a distância entre os extremos é o dobro.
- Gmail no iPhone: cerca de 35 caracteres de assunto e 40 de pré-cabeçalho. É o mais apertado dos seis, e costuma ser o mais comum na lista de quem vende para consumidor final.
- Apple Mail no iPhone: cerca de 38 e 45. Mostra o pré-cabeçalho em duas linhas em alguns ajustes de aparelho, o que dá mais espaço do que a tabela sugere.
- Gmail no Android: cerca de 42 e 50, por causa da tela mais larga na média.
- Outlook no celular: cerca de 45 e 55.
- Outlook no computador: cerca de 60 e 80, com a lista em painel estreito ao lado da leitura.
- Gmail no computador: cerca de 70 e 100, o mais generoso. É também o único lugar onde a sua equipe costuma revisar, o que explica muita surpresa.
Como interpretar cada número
A nota mede o conjunto, o corte é uma leitura separada. Dá para ter 100 e ainda perder caracteres no Gmail do iPhone, porque a faixa de 28 a 50 protege legibilidade, não cabimento total. Quando isso acontecer, olhe a frase que some na linha abaixo da prévia: se o que se perde é rodapé, tudo bem; se é a promessa, a ordem das palavras está errada, não o tamanho.
Peso alto e desgaste são problemas diferentes. Peso alto é termo que aparece em regra de filtro e você quer fora. Desgaste é termo tão repetido que já não promete nada: ele não derruba entrega, custa atenção. Trocar "desconto" por "50% em tudo" não é fugir de filtro, é dizer alguma coisa.
A promessa antes do corte é a checagem mais barata de consertar. Ela não pede palavra nova, pede ordem: mover o que importa para o começo custa uma edição e recupera 12 pontos. É o oposto do reflexo de quem escreve, que gosta de guardar a informação boa para o fim.
A personalização é a única checagem que dá para dispensar de propósito. Muita linha excelente não tem marca de nome nenhuma, e forçar um "Marina," no começo de um aviso operacional soa falso. Se você decidiu não personalizar, aceite os 6 pontos a menos e siga: a nota é uma régua, não uma ordem.
Limites conhecidos
O maior limite é o que a nota não vê. Ela não sabe se a sua promessa é verdadeira, se o remetente tem reputação, se a lista te conhece ou se o e-mail chega às três da manhã. Assunto ruim afunda um bom e-mail, mas assunto bom não salva um remetente com problema de entrega, e nenhuma pontuação de texto vai te avisar disso.
As medidas de cada cliente são referência, não contrato. A mesma linha rende cortes diferentes conforme o tamanho da tela, a densidade da lista, o tema escolhido e a versão do aplicativo, e os fabricantes mudam esses layouts sem anúncio. A diferença entre 35 e 38 caracteres não muda decisão de escrita; a diferença entre 35 e 70 muda, e é por isso que a tabela existe.
As listas de palavras também são finitas por opção. Elas trazem os termos repetidos em regra de filtro e os termos gastos de promoção, e deixam de fora de propósito coisas como "off", "novo" e o próprio símbolo de porcentagem, que são informação e não ruído. Verificador que marca "50% off" como alarme treina você a escrever pior.
Do assunto revisado ao assunto testado
Revisar é o piso. Depois que a linha cabe e não grita, a pergunta vira qual versão realmente abre mais, e aí a resposta é teste, não nota:
- Descubra quantos inscritos cada assunto precisa na calculadora de amostra para teste de e-mail antes de dividir a lista no chute.
- Com o teste rodando, confira o veredito na calculadora de significância estatística em vez de encerrar na primeira hora boa.
- Se o clique leva a uma página, passe ela pelo avaliador de landing page: abertura sem conversão é vaidade.
- Para fechar o e-mail inteiro com cara de profissional, o gerador de assinatura de e-mail devolve o HTML que o Outlook desenha igual ao Gmail.
Perguntas frequentes
- Qual o tamanho ideal de um assunto de e-mail?
- Entre 28 e 50 caracteres, que é a faixa em que a linha chega inteira no celular e ainda sobra espaço para prometer alguma coisa. O limite de cima vem do aparelho, não do gosto: o Gmail no iPhone mostra por volta de 35 caracteres, e a partir dali a diferença não é entre um assunto bom e um melhor, é entre a promessa que a pessoa lê e a que ela não lê. O limite de baixo é de conteúdo: abaixo de 20 caracteres você tem um rótulo, não um argumento. Vale reparar numa consequência prática dessa conta: se o seu assunto tem 48 caracteres e cabe na faixa, ele ainda assim é cortado no celular. A faixa protege a legibilidade; quem protege a promessa é a ordem das palavras.
- Emoji no assunto ajuda ou atrapalha?
- Um emoji não atrapalha e costuma ajudar a destacar a linha numa lista de remetentes parecidos. Três emoji atrapalham, e não por causa de filtro: eles gastam largura na única linha que você tem e empurram a promessa para depois do corte. A ferramenta dá a pontuação cheia para zero ou um emoji, metade para dois e zero a partir de três, que é onde a linha vira enfeite. Um detalhe que quase nenhum contador acerta: emoji conta como um caractere aqui, que é como a caixa de entrada conta. Um contador ingênuo diz que uma bandeira ocupa quatro, e aí você corta texto bom sem precisar.
- Palavra como grátis ou desconto derruba o e-mail no spam?
- Sozinha, não. Filtro moderno decide por reputação de domínio, autenticação, histórico de engajamento e padrão de envio, e nenhuma palavra isolada derruba uma entrega de um remetente com boa reputação. O que existe é acúmulo: caixa alta, pontuação repetida, promessa exagerada e três termos de promoção na mesma linha formam um padrão que o classificador já viu milhões de vezes. Por isso a ferramenta separa peso alto de desgaste. Peso alto é o termo que aparece em regra de filtro; desgaste é o termo tão usado que já não promete nada, e o custo dele é de conversão, não de entrega.
- Para que serve o pré-cabeçalho?
- É a linha cinza depois do assunto na caixa de entrada, e é a segunda linha mais lida do seu e-mail. Se você não escrever uma, o cliente de e-mail puxa a primeira frase do corpo, que quase sempre é "não está vendo este e-mail" ou o link de descadastro. Escrever é obrigatório; o erro comum é repetir o assunto ali. São dois espaços onde cabiam dois argumentos, e a ferramenta marca a repetição quando 60% ou mais das palavras de conteúdo do pré-cabeçalho já apareceram no assunto. O uso certo é complementar: o assunto abre a promessa, o pré-cabeçalho tira a objeção.
- Por que o assunto encurta quando eu ponho um nome de exemplo?
- Porque a marca de personalização não é enviada: ela é trocada pelo valor de cada pessoa na hora do disparo. Se a sua linha começa com a marca de 14 caracteres e o nome tem 6, o assunto que chega é 8 caracteres mais curto do que o que você escreveu, e medir o texto com a marca faz a linha parecer longa demais. A ferramenta troca a marca pelo nome de exemplo antes de contar e mostra os dois números quando eles diferem. Vale testar com um nome longo também: nome de doze letras muda o corte no celular, e é isso que uma parte da sua lista vai ver.
- Começar o assunto com Re: aumenta a abertura?
- Aumenta uma vez e custa caro depois. Fingir que existe uma conversa anterior é a definição de engano no assunto, e o preço vem em duas moedas: a pessoa que abriu e se sentiu enganada marca como spam com mais frequência, e o padrão é fácil de reconhecer do lado do provedor. A ferramenta trata o prefixo Re: ou Fwd: sem conversa anterior como marca de peso alto e mostra um aviso. Existe um uso legítimo do formato, que é responder de verdade dentro de uma sequência. Aí o Re: é honesto e ninguém perde nada.
- A nota prevê a minha taxa de abertura?
- Não, e desconfie de qualquer ferramenta que prometa isso. Abertura depende de nome do remetente, reputação do domínio, histórico da sua lista com você, horário de chegada e caixa de entrada concorrida, e nada disso está numa caixa de texto. O que a nota mede é a FORMA da linha, que é a parte sob o seu controle, de modo reprodutível: o mesmo assunto devolve sempre o mesmo número. Ela serve para comparar duas versões suas antes do envio e para achar o erro bobo. Quem responde qual das duas realmente abre mais é um teste, e para isso a próxima parada é a calculadora de amostra de teste de assunto.
- A ferramenta envia o meu assunto para algum servidor?
- Não. Tudo acontece no seu navegador: as listas de palavras, a contagem de caracteres e o desenho da caixa de entrada rodam na sua máquina, sem nenhuma chamada de rede. Dá para confirmar abrindo a aba de rede do navegador enquanto digita, ou desligando a internet e usando a página normalmente. É proposital: assunto de campanha que ainda não foi ao ar costuma ser informação sensível de lançamento, e a única forma honesta de prometer sigilo é não ter servidor no caminho.
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