Regressão Descontínua: medir efeito num limiar
A regressão descontínua compara quem ficou logo acima de um corte com quem ficou logo abaixo. Quando ela vale, quando ela mente, e o teste que decide isso.
Guias completos e honestos sobre CRO, teste A/B e experimentação. As matérias mais completas da internet, sem enrolação. (página 6 de 24)
A regressão descontínua compara quem ficou logo acima de um corte com quem ficou logo abaixo. Quando ela vale, quando ela mente, e o teste que decide isso.
O atraso de conversão faz uma leitura antecipada premiar quem converte rápido, não quem converte mais. Como medir a curva de chegada e quando ler o teste.
Quem entrou ontem não teve 7 dias para ficar. Como a maturidade de coorte distorce retenção D7 e D30, e como fechar a coorte sem perder o teste A/B.
Quando a métrica é um tempo, e não uma taxa, a censura distorce a média. Como ler tempo até o evento com Kaplan-Meier, RMST e log-rank em teste A/B.
Atrito diferencial faz a média condicional mentir. Como os limites de Lee cercam o efeito real quando o tratamento muda quem sobra na análise.
Intenção de tratar mede o efeito de quem foi sorteado, não de quem usou. Por que a análise por protocolo exagerou 2,4 vezes e como recuperar o efeito real.
Métrica substituta troca o desfecho longo por sinais de curto prazo. Como validar um proxy, por que correlação não basta e o teste que expõe a falha.
Meta-análise de testes A/B: juntar 12 experimentos numa estimativa só, medir heterogeneidade com I quadrado e corrigir o exagero de 1,34 vez.
Poder estatístico por simulação: quando a fórmula fechada mente, como validar o simulador e quantas réplicas rodar. Com quatro casos medidos ponta a ponta.